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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Kat Von D

Kat Von D nasceu a 8 de Março de 1982, na cidade de Nuevo Leon, no México. Aos 4 anos mudou-se para os Estados Unidos na resolução de Colton CA. Os seus pais nasceram na Argentina.
A sua Avó paterna foi uma enorme influência para o campo artístico. (particularmente a tocar piano).
Von D, fez a sua primeira tatuagem aos 14 anos, no tornozelo. Por essa altura, alguns dos seus amigos pediram-lhe para que pegasse na maquina e lhes fizessem tatoos. kat começou a trabalhar em 1998 na sua primeira loja profissional, SIN CITY TATOO.
Trabalhou ainda no RED HOT TATOO , no INFLICTIONS, TRUE TATOO e MIAMI INK.
Actualmente, kat Von tem o estúdio seu próprio estúdio, Ella Ink. É especialista em tatuar, imagens de santos católicos, de pessoas, fotos.
Só em casos excepcionais Kat Von realiza tatuagens a cores.
Kat não é apenas tatuadora. Von D faz gráficos para roupas, pranchas. Tem a sua própria linha.

Reflexão
Considero-a uma artista e o seu trabalho arte, pois creio que se a artista conseguir exprimir, dar ou realçar o verdadeiro significado da tatuagem para a pessoa que quer realizar a tatuagem, isso torna-a artista, apesar da arte não ser apenas uma expressão de sentimento, comunicação.

Iolanda dos Santos 10B

Fontes da pesquisa:
http://www.katvond.net/
http://www.google.com/

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Biografia de Vermeer

Vermeer, nasceu a 31 de Outubro de 1632, em Delft, na Holanda, onde viveu sempre durante a chamada “Idade de Ouro da Holanda”.

A sua arte só foi reconhecida depois de sua morte.
Vermeer é considerado o segundo pintor mais famoso holandês. Casou-se em 1653 com Catharina Bolenes com quem teve 15 filhos, dos quais 4 morreram ainda pequenos.
Em 1663 entrou para a guilda de São Lucas, que presidiu em 1662-1663 e 1670-1671. Das suas 35 telas conhecidas, só duas são assinadas: "A alcoviteira" (1656) e "O astrônomo" (1668).

Os temas que aborda são os dos seus contemporâneos Pieter de Hooch, Terborch e Metsu: interiores com uma ou duas figuras e paisagens urbanas.
Depois da sua morte (15 de Dezembro de 1675), Vermeer foi esquecido. Os seus quadros foram vendidos com a assinatura de outro pintor para lhe aumentar o valor. No princípio do século XX havia muitos rumores de que ainda existiriam quadros de Vermeer por descobrir. Hoje ainda se conhecem muitos poucos quadros de Vermeer. Só ficaram aproximadamente 35 a 40 trabalhos atribuídos ao pintor holandês.
Os seus quadros são admirados pelas suas cores transparentes, composições inteligentes e brilhante uso da luz.

Como eram pintados os seus quadros?

Nos seus quadros observa-se a predominância de alguns tons nas pinturas (amarelo, cinza, azul), a presença de poucas pessoas e ambiente doméstico. Retrata, basicamente, o quotidiano dos burgueses ("Carta de Amor") e pessoas como serventes, empregados e mensageiros ligados a eles (“A Leiteira”).
Nos jogos de luz e sombra vê-se uma certa influência italiana. A composição é geométrica, com elementos simetricamente equilibrados.

Os elementos típicos da obra de Vermeer já apontam em “Moça lendo uma carta”(1657): o quadro fechado, a luz que entra pela janela, os tapetes orientais e as cortinas luxuosas. A luz é usada com mestria para realçar uma expressão, aprofundar ou criar uma atmosfera. Em “A leiteira” (1656-1660), utiliza fusões de azul e amarelo, objectos pontilhados de dourado. Vermeer pode ser considerado um óptimo fotógrafo, uma vez que pinta as suas obras como se estivesse invisível no ambiente da peça retratada. Ele consegue aproximar-se do objecto da pintura sem ser notado, conseguindo dessa forma, uma ampla naturalidade por parte dos elementos que foram pintados.

Outra qualidade é a captura exacta das emoções dos retratados. Basta olhar para suas feições e já é possível distinguir entre surpresa, concentração, desejo, alegria, tédio etc. O jogo de luz e sombra, aliado a utilização das cores correctas, têm papel fundamental para a caracterização das emoções vivenciadas no quadro, gerando uma grande empatia por aquilo retratado.

Muitos afirmam que Vermeer usava câmeras obscuras para pintar, as antecessoras da máquinas fotográficas. Por exemplo, na pintura "Vista de Delft", a vista panorâmica obtida é por vezes creditada ao uso de uma câmera. As especulações começaram em 1891, com o quadro "Soldado e Garota Rindo", no qual nota-se a perspectiva "fotográfica". Também foram feitos espécies de "raio-x" em suas obras, que permitiram saber que antes da pintura não haviam linha guias nem rascunhos, mas sim outra imagem igual porém em preto e branco.

Cronologia das obras de Vermeer

-Cristo na casa de Marta e Maria (1654-1655
-A alcoviteira (1656)
-Jovem adormecida (1657)
-Oficial e moça sorridente (1658)
-Leitora à janela (1657-1659)
-A ruela (1657-1661)


-A leiteira (1658-1660)


-Homem, mulher e vinho (1658-1661)

-Moça com copo de vinho (1659-1660)
-Vista de Delft (1660-1661)
-A aula de música (1662)
-Moça com pichel de água (1662-1663)
-A rendeira (1664)
-Mulher com colar de pérolas (1664)
-Mulher de azul, lendo uma carta (after 1664)

-Mulher segurando uma balança (1665)

-Moça com brinco de pérola (1665-1666)

-O concerto (1665-1666)
-Moça com flauta (1665-1670)
-Alegoria da pintura (1666-1667)
-Retrato de uma jovem (1667-1668)
-O astrónomo (1668)

-O geógrafo (1669)


-Mulher tocando guitarra (1669-1672)
-A carta de amor (1670)
-Senhora escrevendo carta com sua criada (1670)
-Senhora diante do virginal (1670-1673)
-Senhora sentada ao virginal (1672)


Trabalho de:
Carla Sabugueiro 10º C

sábado, 24 de maio de 2008

Auguste Rodin





Auguste Rodin foi um famoso escultor francês que nasceu em Paris a 12 de Novembro de 1840 e morreu em Meudon a 17 de Novembro de 1917.

As suas primeiras escultoras foram feitas na cozinha da sua mãe com a massa que ela utilizava para fazer pão. Aos 14 anos foi aceite numa pequena academia e pouco tempo depois começou a ter aulas na Escola de Artes Decorativas sob a orientação de Boisbaudran e Barye. Ingressou passado algum tempo na Academia de Belas-Artes e trabalhou, inicialmente, como modelador e cinzelador.

A sua primeira obra “O Homem de Nariz Quebrado” (1864), não foi aceite na Salon de Paris, pois o júri considerou a obra uma “coisa inacabada”.
Ironicamente, Rodin trabalhava sob o conceito de “non finito”. Mais tarde, o autor compreendeu até que ponto uma parte da obra podia representar o seu todo e começou a fazer algo que até então ninguém tinha tentado, obras cerceadas [reduzidas ou incompletas].
Exemplos disso são: O Homem que Caminha e Torso, O Homem de Nariz Quebrado, O Torso.

Embora tenham sido famosas essas obras não eram fruto de um capricho artístico, sendo-o A Mão de Deus, que apresenta uma ambivalência de significados: o momento da criação da obra pelo artista e o momento de toda a criação pela mão divina. E foi essa ambivalência de significados que levou Rodin a ser considerado um verdadeiro impressionista.


As suas obras mais célebres são:
O Beijo, O Pensador (ambas realizadas para a Porta do Inferno, do Museu de Artes Decorativas] e o retrato de Balzac.

Auguste Rodin tem, hoje, um Museu dedicado às suas obras e vida, encontrando-se maior parte das suas obras espalhadas pelo Mundo nos museus mais importantes.

Reflexão:
Escolhi Auguste Rodin, pois no livro de Filosofia “A Arte de Pensar”, estava lá uma fotografia da sua escultura O Beijo que me transmitiu algo.
É uma escultura que transmite sensualidade e amor.
Pesquisei então mais obras deste autor e a verdade, é que quase todas as suas obras transmitem sentimento, pelo que se tornou bastante interessante realizar este trabalho.

Bibliografia:
àhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_Rodin
àhttp://images.google.pt/images?hl=pt-PT&q=Auguste+Rodin&gbv=2

Trabalho realizado por:
Cristina Silvério, 10ºB

sábado, 17 de maio de 2008

Julian Beever

Disciplina: Filosofia
Trabalho de investigação e recolha de dados:
Patrícia Alvarinho Louro 10ºB


Apresentação dinâmica em:
http://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=c20eb6a490&attid=0.2&disp=vah&view=att&th=119b55803736e3b9


Arte é uma técnica ou habilidade que geralmente é entendida como a actividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objectivo de estimular essas instâncias de consciência num ou mais espectadores.

A definição de arte varia de acordo com a sociedade e a época. Originalmente, a arte poderia ser entendida como o produto ou processo em que o conhecimento é usado para realizar determinadas habilidades. No sentido moderno, também podemos incluir o termo arte como a actividade artística ou o produto da actividade artística.

A arte existe desde que há indícios do ser humano na Terra. Ao longo do tempo, a função da arte tem sido vista como um meio de espelhar o nosso mundo (naturalismo), para decorar o dia-a-dia e para explicar e descrever a história e os diversos eus que existem dentro de um só ser (como pode ser visto na literatura), e para ajudar a explorar o mundo e o próprio homem.

Uma obra artística só se torna conhecida quando algo a faz ficar diante de um dos sentidos do ser humano. O ser que faz arte é definido como o artista. O artista faz arte segundo seus sentimentos, suas vontades, seu conhecimento, suas ideias, sua criatividade e sua imaginação, o que deixa claro que cada obra de arte é uma forma de interpretação da vida. É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.A arte regista as ideias e os ideais das culturas e etnias, sendo assim, importante para a compreensão da história do Homem e do mundo.

Formas artísticas podem extrapolar a realidade, exagerar coisas aceitas ou simplesmente criar novas formas de se observar a realidade.

Em algumas sociedades, as pessoas consideram que a arte pertence à pessoa que a criou. Geralmente consideram que o artista usou o seu talento intrínseco na sua criação. Essa visão (geralmente da maior parte da cultura ocidental) reza que um trabalho artístico é propriedade do artista. Outra maneira de se pensar sobre talento é como se fosse um dom individual do artista.

A verdadeira essência da arte e a do artista poder transformar a realidade de acordo com seus ideais e pensamentos.

Uma das características da arte é a dificuldade que se tem em conferir-lhe utilidade. Muitas vezes esta dificuldade em encontrar utilidade para a arte mascara preconceitos contra a arte e os artistas. O que deve ser lembrado é que a arte não possui utilidade, no sentido pragmatista e imediatista de servir para um fim além dele mesmo. Assim, um quadro não "serve" para outra coisa, como um desenho técnico, como uma planta de engenharia, por exemplo, serve para que se construa uma máquina.

Mas isso não quer dizer que a arte não tenha uma função. A arte possui a função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela ou palavras escritas sobre um papel simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão. Essa seria a principal função da arte. A arte também é usada por terapeutas, psicoterapeutas e psicólogos clínicos como terapia.

Grafite e outros tipos de arte de rua são gráficos e imagens pintadas por spray. São vistos pelo público em paredes de edifícios e, normalmente sem permissão do governo. Este tipo de arte faz parte de diversas culturas juvenis. Nos EUA, na cultura hip-hop, são muitas vezes usadas para a expressão de opiniões sobre política, e outras vezes trazem mensagens de paz, de amor e união.

A arte, como qualquer outra manifestação cultural humana, pode ser utilizada para a coesão social, reafirmando valores, ou os criticando.

Segundo a sistematização de conhecimento artístico e fisiológico sobre o funcionamento do cérebro realizado por Betty Edwards, principalmente a partir de sua obra “Desenhando com o lado direito do cérebro”, as habilidades artísticas são regidas pelo lado direito do cérebro, e a lógica e outras habilidades ligadas à racionalidade são regidas pelo lado esquerdo.

As artes criativas são muitas vezes divididas em mais categorias específicas, tais como artes decorativas, artes plásticas, artes do espectáculo, ou literatura. Assim, por exemplo, pintura é uma forma de arte visual, e a poesia é uma forma de arte literária.

É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.

A arte contemporânea é um período artístico que surge na segunda metade do século XX e se prolonga até aos dias de hoje.
Após a
Segunda Guerra Mundial, sobrepõe-se aos costumes e necessidade da produção em massa.

Quando surge um movimento na arte, esse movimento revela-se na pintura, na literatura, na moda, no cinema, e em tantas outras artes tão diferentes. Este período evidencia-se na década de 60, com o aviso de uma viagem ao espaço. As formas dos objectos tornam-se, quase subitamente, aerodinâmicas, alusivas ao espaço, com forte recorrência ao brilho do vinil. Na década de 70 a arte contemporânea surge, através da Op Art, baseada na «geometrização» da arte, da Pop Art, baseada nos ícones da época.

A partir de meados das décadas de 60 e 70, notou-se que a arte produzida naquele período já não mais correspondia à Arte Moderna do início do século XX. A arte contemporânea entra em cena a partir dos anos 70, quando as importantes mudanças no mundo e na nossa relação de tempo e espaço transformam globalmente os seres humanos.

Entre os movimentos mais célebres estão a Op Art, a Pop Art, o Expressionismo Abstracto, a Arte conceptual, a Arte Povera, o Minimalismo, a Body Art, o Fotorrealismo, a Internet Art e a Street Art, a arte das ruas, baseada na cultura do grafiti e inspirada faccionalmente na geração hip-hop, tida muitas vezes como vandalismo.

Op art é um termo usado para descrever a arte que explora a falibilidade do olho pelo uso de ilusões ópticas. A expressão “op-art” vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”. Defendida como a arte que tem menos expressão e mais visualização. Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.

Os trabalhos de op art são em geral abstractos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se. Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o impacto actual e o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades.

Bridget Riley é talvez a mais conhecida dos artistas de op art. Inspirando-se em Vasarely, pintou uma série de quadros só com linhas pretas e brancas. No entanto, em vez de dar a impressão de um objecto do mundo real, os seus quadros deixavam frequentemente a impressão de movimento ou cor.

Mais tarde, Riley produziu trabalhos coloridos, e outros artistas de op art também trabalharam com cor, embora estes trabalhos tendam a ser menos conhecidos. Contrastes violentos de cor são por vezes usados para produzir ilusões de movimento similares às obtidas a preto e branco.

Outros artistas op art dignos de nota são Alexander Calder, Youri Messen-Jaschin e Victor Vassarely.

Julian Beever é um artista britânico de Chalk art, que cria desenhos tridimensionais utilizando giz como material. Assim vive Julian Beever. Ele desenvolveu uma técnica de pintura em ruas usando somente Giz. O Inglês que agora viaja o mundo pintando em calçadas de grandes cidades têm origem humilde e sua arte vêm se tornando muito popular nos últimos 2 anos, apesar dele já fazer isso a mais de 10 anos.

Os desenhos são, milimetricamente executados e projectados. Em média, o artista leva cerca de três dias para completar uma obra. É um trabalho em que se utiliza a técnica de projecção conhecida como anamorfose. Esta técnica cria uma ilusão de óptica 3D quando a imagem é vista a partir de um determinado ângulo.

Parece até que é de verdade mas na verdade é apenas uma ilusão de óptica criada pela técnica de Julian.

Dedicando-se também a outros estilos de pintura, Julian é muito mais famoso por este estilo de desenho que podemos chamar de verdadeiramente original.