quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

DIREITOS HUMANOS

Artigo 4°
“Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.”
Durante muito tempo, os escravos eram usados como se fossem apenas mera mercadoria. Eram vendidos conforme a raça, sexo, idade e o destino que lhes reservava.
Podiam comprar, vender, dar ou trocar estas pessoas sem que estas pudessem sequer dizer fosse o que fosse.
Foram séculos de escravidão, sem que estes seres humanos pudessem lutar, fazer fosse o que fosse, pois não tinham a lei do seu lado, eram tratados como animais e para os seus “donos” não passavam disso mesmo, passavam as noites acorrentados para impedir fugas, eram castigados diariamente e açoitados, tentando forçá-los a acreditar na ideia da superioridade da raça branca.
Ex-escravos revoltaram-se fundando sociedades secretas, contra a escravidão.
Muita revolução, luta contra o racismo depois, para abolição de tal, chegou o fim da escravidão.
Ainda que hoje em dia ainda exista tipos de escravidão, que não são conhecidas, por não se saber de queixas nem o conhecimento da maioria destes casos, chama-se ao movimento político abolicionismo que se gerou contra o racismo, que fez com que o racismo fosse abolido. Este movimento tornou-se numa das formas mais representativas de activismo político do século XIX até à actualidade.
Cláudio Melro

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